Profissionais podem realmente promover justiça ocupacional?/Can professionals actually enable occupational justice?

Elizabeth Townsend, Rebecca Marval

Resumo


Onde a injustiça cotidiana – injustiça ocupacional – persiste, profissionais das áreas social e de saúde
têm obrigação profissional, moral e ética de reduzir tal injustiça para com os membros da sociedade, tanto para
os necessitados como para os privilegiados. Mas os profissionais são realmente capazes de promover justiça
ocupacional? Este estudo reflexivo leva seus leitores a uma viagem para responder, de forma otimista: talvez. A
abordagem analítica resume-se na preparação para o delineamento de como e quando o despertar para a injustiça
ocupacional começou. Prossegue destacando recursos, a saber, um filme no YouTube: Estendendo a mão: a
atual terapia ocupacional ativista e referências em língua inglesa selecionadas da ciência ocupacional e terapia
ocupacional que apresentam um emergente banco de dados para seis práticas de justiça ocupacional com base
em alguns grupos populacionais, as quais podem ser enriquecidas com recursos em outras línguas e campos.
A viagem termina com reflexões a respeito das complexas relações de poder que requerem meticulosa atenção
por parte dos profissionais que pretendem promover justiça ocupacional.

 


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DOI: https://doi.org/10.4322/cto.2013.025

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Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional/Brazilian Journal of Occupational Therapy
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