O telemonitoramento como estratégia de intervenção da terapia ocupacional com crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista no contexto pandêmico

Autores

Resumo

Introdução: A terapia ocupacional tem atuado na perspectiva do cotidiano dos sujeitos e de seus modos de viver, tendo em vista as transformações, impactos e consequências geradas pela pandemia da COVID-19. Dentre as possibilidades de atuação do terapeuta ocupacional, tem-se o telemonitoramento. Objetivo: Relatar a experiência de um projeto de extensão universitária no que tange ao telemonitoramento de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias. Método: A equipe do projeto é composta por uma docente do departamento de terapia ocupacional e alunas de pós-graduação e graduação. Foi realizado um levantamento das demandas e interesses das famílias, sendo posteriormente selecionados treze crianças e dois adolescentes para as ações de telemonitoramento. Resultados: As intervenções visaram à organização do cotidiano, rotina e orientação familiar. Aponta-se que o cuidado ofertado não se restringiu ao núcleo familiar, de forma que também foi realizado acompanhamento regular e apoio às equipes escolares. Conclusão: O telemonitoramento possibilitou a continuidade do cuidado, promovendo o acolhimento, escuta qualificada e orientação, com base no que tem sido proposto pelas diretrizes de cuidado e políticas públicas.

Publicado

2022-07-11

Como Citar

Fernandes, A. D. S. A., Farias, A. Z., Aureliano, I., & Polli, L. M. (2022). O telemonitoramento como estratégia de intervenção da terapia ocupacional com crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista no contexto pandêmico. Cadernos Brasileiros De Terapia Ocupacional, 30, e3091. Recuperado de https://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/3091

Edição

Seção

Relato de Experiência ou Estudo de Caso